Tribunal de Contas da União condena empresa que elaborou projeto da ETE Central
ter, 20 de fevereiro de 2018 05:46por Tatiana Oliveira
Segundo decisão, Tec Minas deve retornar aproximadamente R$ 600 mil aos cofres públicos
De acordo com o superintendente da Superintendência de Água e Esgoto – SAE, André Fabiano dos Reis, a empresa Tec Minas, que elaborou o projeto da Estação de Tratamento de Esgoto Central – ETE Central – em 2006 foi condenada a devolver os 600 mil reais pagos. A justificativa é que o documento não agregou na execução das obras e teve que ser refeito pela Prefisan Engenharia, hoje responsável pela conclusão da ETE Central. A Gazeta do Triângulo tentou contato com os responsáveis pela Tec Minas, mas até o fechamento da edição não obteve retorno.

Obras devem ser concluídas no próximo semestre
Após doze anos desde o início do projeto, conforme o engenheiro responsável pela Obra Matheus Sales, a previsão é que a obra da ETE Central seja concluída no próximo semestre. “Estamos em transição entre a finalização do concreto e entrando na montagem e impermeabilização das estruturas. Até setembro ou outubro devemos finalizar”, disse à reportagem.
Com a estação, o sistema de esgotamento sanitário será ampliado, resultando no tratamento de 95 a 98% do esgoto. O superintendente da SAE destaca os benefícios da ETE Central à população, principalmente em relação à saúde pública. “Além da diminuição do mau cheiro, que sempre incomodou os moradores da região, nós vamos deixar de jogar esgoto no meio ambiente e passar a despejar água tratada”, coloca Reis.
Hoje a cidade conta com duas estações de tratamento de esgoto em funcionamento: uma no bairro São Sebastião e outra, próximo à Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais – Codemig. “O esgoto tratado na estação do São Sebastião era despejado diretamente na Represa dos Paus e, consequentemente, chegava à Represa das Araras. Por volta de maio do ano passado fizemos uma estação elevatória que solucionou a questão. Os efluentes do tratamento poderiam gerar a contaminação das represas”, relata Reis.
Conforme apurado em data anterior pela redação, em 2007 o projeto foi paralisado devido à necessidade de adequações, sendo aprovado apenas em 2013, pelo Ministério das Cidades. Para a confecção do projeto, foram investidos cerca de R$ 600 mil, sendo que a execução da obra foi orçada em aproximadamente R$ 39 milhões. Os recursos foram conquistados através de um financiamento junto ao Governo Federal (R$ 32 milhões) e o restante é de contrapartida do Fundo Municipal da SAE.
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Prezados,
No âmbito do CONTROLE SOCIAL, a fiscalização de Obras Públicas demanda em grande empenho dos Munícipes, em acompanhar até mesmo os atos de seus Agentes Fiscalizadores.
Na Comarca já temos um marco, UM LIXO de OBRA PÚBLICA, lixo de Gestão, onde o HMA – Hospital Municipal de Araguari continua sem solução…
Para tratar de Seres Humanos … Nada de Hospital, nenhum culpado, sequer restituição …
QUATRO MILHÕES de REIAS – não atualizados, ditado popular, amarrados no rabo do veado, na CARA DURA, CARA DE PAU, da população… à prescrição.
Agora, ETE – Estação de Tratamento de Esgotos, para tratar de … de … isso mesmo … PARA TRATAR DE MERDA, ao custo de DEZ VEZES ou mais…
– FISCALIZA NÃO, POVÃO !!!
Atenciosamente,
Janis Peters Grants.