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Seminaristas do antigo Colégio Regina Pacis voltam, 50 anos depois, ao lugar onde estudaram

sáb, 11 de julho de 2015 08:09

Da Redação

A cada passo, uma lembrança. O reencontro entre a turma de seminaristas que estudaram no antigo Colégio Regina Pacis, entre os anos de 1960 e 1966 foi marcada por muita alegria e saudosismo. Na sexta-feira, 10, o grupo formado por cerca de 20 pessoas, vindas de diversas cidades, reviveu meia década de história ao estar de volta no prédio onde atualmente funciona o Imepac.

Seminaristas do antigo Colégio Regina Pacis voltam, 50 anos depois, ao lugar onde estudaram

Seminaristas do antigo Colégio Regina Pacis voltam, 50 anos depois, ao lugar onde estudaram

 

O tempo não apagou os laços de amizade. Carlos França conta que muitos mantiveram contato e graças à tecnologia – aplicativos de mensagem, e-mails e redes sociais – conseguiram marcar o encontro. “Há alguns anos alguns participaram de um encontro em Belo Horizonte. Algum vieram precisamente a Patrocínio e estenderam a visita para Araguari,” disse.

É a primeira vez que eles se encontram no colégio onde estudaram. De uma turma com mais de 100 colegas, segundo ele, praticamente todos desistiram do sacerdócio, seja logo após se formarem ou em algum momento da vida.

Muita coisa mudou nestes 50 anos. Mas o campo de futebol, a capela, o teatro e as salas de aula ainda são, de certa forma, fiéis ao que eram antigamente. A emoção de passar por esses lugares é intensa. “Ficávamos meses sem ir para casa e a gente sequer conhecia a cidade direito. Aqui passávamos a maior parte do tempo,” contou Carlos França.

Ele é natural de Cruzeiro da Fortaleza, cidade próxima a Patos de Minas e Patrocínio. Depois de estudar no Regina Pacis, morou em São Paulo e Belo Horizonte. A família veio para Araguari e depois de se formar em Odontologia, voltou também. “Dizem que quem bebe dessa água sempre volta,” brincou.

Um dos momentos mais significativos foi a visita a capela, atual auditório do Imepac. Enquanto alguns registravam o local, outros entoaram cânticos em latim das celebrações católicas que participavam.

“Faz mais de 10 anos que não nos víamos, então é sempre agradável e alegre esse reencontro. Vimos que tudo mudou, mas ainda temos saudade,” afirma Jonas Vilela Carvalho. Ele veio de Belo Horizonte especialmente para encontrar os companheiros e espera que eles mantenham esse momento juntos, pelo menos a cada dois anos.

Ao caminharem pelos corredores das salas de aula onde estudaram, as lembranças alegres dominavam a conversa. Até quem não fazia parte da turma entrou no clima de descontração. O passeio se encerrou com sorrisos, reavivando os elos de amizade que o tempo não foi capaz de apagar.

2 Comentários

  1. Marco Antonio Correia Silva disse:

    Bom dia a todos vcs…Eu também faço parte desta turma, não sei se lembram de mim, eu sou Marco Antonio, e estudei no Regina Pacis entre 1961 ate´1967, e depois fui para Pindamonhangaba em SP, terminando o cientifico, e depois voltei para BH, para continuar estudos, Não sei se lembram, mas me lembro, de : Mario Pedro Salles, que ja morreu, Livio Cesar de Santa Juliana , tinha apelido de furreca, o doce de leite que não me lembro o nome, Fabio de Oliveira Horta, Flavio, Antonio Angelo, Carlos França, Eimard, e vários outros. Gostaria de encontrar com vcs, e se alguém ver, entre em contato no meu Email. Para facilitar, quem não se lembra de mim, tinha apelido de macaco.

  2. Paulo marcos magalhaes disse:

    Grande amigo Março Antônio, Lembro sim de vc tbém estudei interno de 1965 a 1967,Vc vai lembrar de mim sim…sou de patrocínio ,durante as férias de julho de 65 estive em BH passei um final de semana com vc e sua família no bairro Carlos Prates…visitamos a igreja padre Eustáquio e as dependências…foi um final de semana inesquecível…grande abraço entre em contato por favor .Grande Macaco!!!

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