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Polícia prende foragido da Justiça

sáb, 7 de maio de 2016 08:30

Da Redação

Homem foi julgado pelo crime de estupro e homicídio em 2007

Nesta semana, o 53º Batalhão de Polícia Militar recebeu informações que Aritana da Silva Pereira estaria em Araguari após receber o benefício de saída temporária e não retornar ao Presídio Jacy de Assis em Uberlândia, onde cumpre pena. A prisão de Aritana foi feita na noite desta quinta-feira, 5, na residência de sua mãe, situada no residencial Bela Suíça III.

A primeira prisão de Aritana foi efetuada pela Polícia Civil na manhã de 1º de setembro de 2007, um dia depois de ter estuprado e assassinado a tijoladas uma criança de apenas 4 anos, no bairro Vieno, conforme depoimento de confissão, onde alega ter agido sob efeito de drogas.

Aritana foi preso na casa de sua mãe

Aritana foi preso na casa de sua mãe

 

O réu, que possuía na época uma vasta ficha criminal, foi absolvido pela então titular da Vara Criminal de Araguari, juíza Soraya Brasileiro Teixeira, em outubro de 2008, após passar por exame de sanidade mental, em Juiz de Fora, que o apontou como sendo inimputável (considerado isento de pena).

Diante do resultado, foi aplicada uma medida de segurança para a internação de Aritana durante três anos. No entanto, nesse período, ele permaneceu recolhido na Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, em Patrocínio, retornando a Araguari, no final de dezembro de 2010.

O Ministério Público recorreu da decisão da juíza, por entender que na ocasião, Aritana possuía capacidade parcial para entender os fatos, mesmo estando sob efeito de entorpecentes. Além disso, alegou o promotor Lucas Dias Pereira Nunes que provas periciais não faltavam sobre a autoria e materialidade quanto ao crime.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais julgou favorável o pedido do MP por dois votos a um, determinando o julgamento do réu através do Júri Popular.

Aritana da Silva Pereira foi condenado por estupro, homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Segundo o Ministério Público Estadual, apesar de ter sido condenado a 24 anos de prisão, o réu cumpriria apenas 17 anos, porque a Justiça o considerou como semi-imputável, ou seja, parcialmente capaz de responder pelos seus atos.

Crime de Receptação

Dois crimes de receptação foram registrados na noite de quinta-feira, 5. O primeiro, é relativo a um animal equino que foi furtado na segunda-feira,2, sendo recuperado nesta quinta-feira pelo próprio dono, J.P.S. de 62 anos, residente no bairro Paraíso. Segundo informações do Boletim de Ocorrência, o autor, flagrado pela vítima quando tentava comercializar o animal, foi preso, e o equino devolvido ao seu proprietário.

O outro caso de receptação foi notificado após L.G.C. (35) se deparar com um adolescente, de 16 anos, trajando a mesma roupa que havia sido furtada um dia anterior em sua casa, situada no residencial Portal de Fátima II.

Após a denúncia, a polícia compareceu no endereço, localizado no residencial Monte Moriá, e confirmou a versão do empresário, o qual mostrou imagens fotografadas anteriormente, as quais condizem com o vestuário do jovem infrator. O menor foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos acompanhado do representante legal e de Conselheiros Tutelares.

2 Comentários

  1. alexandre disse:

    animal…. e ainda tem este discurso de ressocialização e concedem passeios para criminosos perigosos

  2. lcc disse:

    Um traste desse, animal, escória da sociedade, bandido, lixo, tinha que estar debaixo da terra há muito tempo. Pensem se nessa saída dele ele volta a fazer consumo de droga e mata outra criança ou outra pessoa. Esse Brasil nosso tem jeito não.

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